Tepezza (teprotumumabe) negado: plano de saúde ou SUS deve fornecer?

Tepezza, cujo princípio ativo é o teprotumumabe, é um medicamento desenvolvido para situações específicas de doença ocular associada à tireoide.

A situação regulatória deve ser verificada

Antes do pedido, é necessário conferir o registro do medicamento no Brasil, a indicação prescrita e as regras atuais de cobertura.

Para que o Tepezza é indicado?

O medicamento está relacionado à doença ocular da tireoide, condição que pode provocar inflamação e alterações funcionais nos olhos. A indicação depende da fase da doença, dos exames oftalmológicos e do histórico terapêutico.

É possível discutir a negativa?

Sim, mas a cobertura não é automática. Devem ser examinados o registro sanitário, o contrato, o Rol da ANS, a indicação médica e as evidências científicas. A Lei nº 14.454/2022 estabelece critérios para a análise de tratamentos não previstos expressamente no Rol.

O relatório deve diferenciar a fase ativa das sequelas, indicar os tratamentos anteriores e explicar os benefícios esperados.

Documentação necessária

  • prescrição médica;
  • relatórios do oftalmologista e do endocrinologista;
  • exames oftalmológicos e laboratoriais;
  • registro dos tratamentos anteriores;
  • justificativa para a escolha do medicamento;
  • negativa formal do plano.

O que fazer depois da recusa?

Solicite a negativa por escrito. Com os documentos reunidos, poderá ser avaliada a apresentação de recurso, reclamação administrativa ou medida judicial adequada à urgência do quadro.

Teve o Tepezza negado?

A equipe do Dr. Lucas Vitorino pode analisar a situação regulatória, a prescrição e a justificativa da recusa.

WhatsApp: (11) 98388-5077

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